Do cotidiano
É raro encontrar alguém que olha para as nuvens e repara na lua.
Se o céu está claro, se mostra um azul profundo com imensidão infinita como um sonho bom.
Se o vento sopra forte ou uma brisa leve toca a pele; ou ainda se o vento falta.
Nessa correria cotidiana, quase ninguém olha para nada. Nada repara.
Não vê detalhes. Não tem olhos nos olhos. Sem doçura.
No cinismo amargo do século-vinte-e-um a desconfiança segue de mãos dadas com o desamor.
Aonde foi parar aquela gente que usava o sentimento para conhecer o outro?
Por Edilaine R.,
03 abril 2014, 20:45h
É raro encontrar alguém que olha para as nuvens e repara na lua.
Se o céu está claro, se mostra um azul profundo com imensidão infinita como um sonho bom.
Se o vento sopra forte ou uma brisa leve toca a pele; ou ainda se o vento falta.
Nessa correria cotidiana, quase ninguém olha para nada. Nada repara.
Não vê detalhes. Não tem olhos nos olhos. Sem doçura.
No cinismo amargo do século-vinte-e-um a desconfiança segue de mãos dadas com o desamor.
Aonde foi parar aquela gente que usava o sentimento para conhecer o outro?
Por Edilaine R.,
03 abril 2014, 20:45h
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